Introdução
Nesse projeto, a equipe da Horizonte foi enviada à Seropédica, Rio de Janeiro, com o objetivo de determinar a profundidade da rocha cristalina para estimar a viabilidade da extração mineral na área estudada.
Projeto
No campo, a equipe utilizou o arranjo Dipolo-Dipolo para o caminhamento elétrico, onde os eletrodos de corrente e potencial foram posicionados com espaçamentos variando de 8 a 10 metros, o que permitiu alcançar profundidades de até 100 metros. A corrente foi injetada no solo, e as variações de potencial foram registradas para cada profundidade, fornecendo dados sobre as propriedades resistivas das camadas subterrâneas. Após a coleta, os dados foram processados pela Horizonte no software Res2DInv, que gerou os perfis de resistividade. Esses perfis foram analisados com base em tabelas de resistividade de materiais conhecidos, como rochas ígneas e metamórficas, permitindo a identificação do embasamento cristalino e a avaliação do potencial mineral da área
Conclusão
Ao final do projeto, foi possível determinar a profundidade do embasamento cristalino na área de estudo, identificando a presença de rochas ígneas e metamórficas, como gnaisses e granitos, em diferentes profundidades. Os resultados indicaram que a área possui condições favoráveis para a exploração mineral, com a presença de substâncias com características adequadas para esse tipo de atividade.